O que a ANA fala com o candidato do início ao fim, o que é obrigatório, o que dá para pular e as regras de alteração do roteiro.
Atualizado em 12 de agosto de 2026
Saber exatamente o que a ANA fala com o candidato ajuda o recrutador a responder dúvidas sem escalar para o suporte.
Só funciona no aplicativo do celular. WhatsApp Web ou PC não é suportado. Se o candidato não conseguir iniciar pelo computador, oriente a clicar de novo no link pelo app.
Se o tempo acabar, a próxima pergunta é enviada automaticamente. O candidato não deve responder depois disso — a resposta ficaria associada à pergunta errada.
Tentativas. Quando há mais de uma, a ANA informa quantas restam e considera a melhor participação.
Reaproveitamento de respostas. Se o candidato já participou de uma vaga similar, a ANA oferece reutilizar as respostas anteriores — opção habilitada pelo recrutador, sem prejuízo ao processo. Mesmo reutilizando, ele pode refazer a entrevista.
Currículo e LinkedIn são opcionais. Podem ser pulados. O currículo aceita PDF ou Word, até 25 MB.
Acessibilidade. O candidato tem um botão para sinalizar que precisa de algum recurso — a equipe então contata os responsáveis pela triagem para garantir o suporte.
Suporte técnico do candidato: ajuda@digai.ai.
A ANA deixa explícito ao candidato que o feedback serve para ele conhecer os próprios pontos fortes e o que pode melhorar, e não tem relação com passar para a próxima etapa — essa decisão é do recrutador.
Mudanças no roteiro levam até 72 horas para entrar em vigor, e durante esse período não há envio de mensagens.
Não altere o roteiro com processos ativos em andamento sem considerar essa janela.
Isso é diferente do SLA de personalização: o time DigAI leva até 10 dias para aplicar as alterações solicitadas por planilha. As 72 horas são o tempo de propagação depois de aplicada.
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